
A análise econômica da norma sugere que a eficiência regulatória depende da coerência entre três elementos fundamentais: a origem do custo, os agentes que se beneficiam do serviço e a capacidade de cada agente de influenciar ou reduzir esse custo.

O autoprodutor deixa de ser apenas aquele que consome energia oriunda de um empreendimento do qual participa e passa a ser, de forma explícita, aquele que produz energia “por sua conta e risco”, internalizando custos, incertezas e responsabilidades inerentes à atividade de geração.